Dom Frei João Muniz Alves -OFM

São Luís, 06 de setembro 2017

 

Caros Jovens participantes da 2ª Caminhada da Juventude do Xingu (CAJUX), Paz e Bem!

 

Infelizmente não poderei estar convosco nesta caminhada. Mas estou em sintonia pela oração torcendo pelo bom andamento deste evento.

 

Desde que cheguei na nossa Prelazia logo notei que a Pastoral da Juventude (PJ) é uma das mais expressivas e atuantes neste solo sagrado do Xingu. Como Pastoral vocês expressam o rosto jovem e cheio de esperança da Igreja do Xingu que tem uma história de protagonismo e luta em defesa da vida e do planeta como nossa casa comum.

 

Como vosso pastor quero parabenizá-los e expressar meu apoio e bênção a todos os participantes desta 2ª CAJUX, idealizada e realizada pela Pastoral da Juventude que neste ano 2017 acontece no Município de Senador José Porfíro (Souzel).

 

Esta caminhada quer refletir sobre a violência em nossa região, fruto da situação trágica que nosso país está vivendo. Nossa situação política atual está marcada pela incapacidade de gerir os bens públicos. A ganância da maioria dos que estão no poder faz com que “os ricos ficam cada vez mais ricos às custas do pobres cada vez mais pobres” (São João Paulo II). Esta caminhada pacífica no dia da “independência do Brasil” quer ser um grito profético de nossa juventude em favor da vida e da luta pela preservação de nossa casa comum. Um novo mundo é possível.

 

"Vocês são o presente jovem da Igreja e da humanidade... A Igreja precisa de vocês, como jovens, para manifestar ao mundo o rosto de Jesus Cristo, que se desenha na comunidade cristã. Sem o rosto jovem a igreja se apresentaria desfigurada" (Bento XVI). A Juventude deve ser imagem de Jesus Cristo que age no mundo como sal, luz e fermento na terra fértil do Xingu.

 

“Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós” (1 João 2,14). Vossa caminhada no presente nos dá esperança de um futuro melhor. Façamos de nossa vida Evangelho vivo! “Levem o Evangelho como força de Deus, para extirpar e destruir o mal e a violência; para devastar e derrubar as barreiras do egoísmo, da intolerância e do ódio; para construir um mundo novo. Jesus Cristo conta com vocês! A Igreja conta com vocês!” (Papa Francisco). O Xingu conta com vocês.

 

A todos desejo uma abençoada caminhada! Contem com minha oração e bênção.

 

Dom João Muniz Alves, OFM.

Bispo do Xingu

Altamira, 22 de agosto de 2017

 

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá” (Jo 11,25).

 

Caríssimos irmãos e irmãs, Paz e bênçãos!

 

Profundamente consternado pelo naufrágio que vitimou e levou a óbito tantos irmãos e irmãs no dia 22 de agosto, desejo apresentar aos familiares e a todo o povo do Xingu minhas mais sinceras condolências.

 

Elevemos a Deus nossas preces pelos parentes das vítimas e por todo o Povo de que chora seus falecidos neste trágico naufrágio. “A esperança cristã vence as tragédias do mundo” (Papa Francisco). Estamos unidos a todos vocês pela oração.

 

Nesta hora, anima-nos a certeza da promessa do Cristo que disse: “Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá” (Jo 11,25). Consolem a todos a fé e a esperança no Cristo, ressurreição e vida para os que nele creem. Que o Deus de misericórdia faça brilhar sobre estes irmãos e irmãs falecidos a luz divina, participando do convívio dos eleitos.

 

Unidos pela oração. Vosso irmão,

 

 

Frei João Muniz Alves, OFM

Bispo da Prelazia do Xingu


 

P - Nº. 0209/17

NOTA DA CNBB

PELA VIDA, CONTRA O ABORTO

 

“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio”

(Didaquê, século I)

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural1. Condena, assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.

 

O direito à vida é incondicional. Deve ser respeitado e defendido, em qualquer etapa ou condição em que se encontre a pessoa humana. O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu. Na realidade, desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano. Contém em si a singularidade e o dinamismo da pessoa humana: um ser que recebe a tarefa de vir-a-ser. Ele não viria jamais a tornar-se humano, se não o fosse desde início2. Esta verdade é de caráter antropológico, ético e científico. Não se restringe à argumentação de cunho teológico ou religioso.

 

A defesa incondicional da vida, fundamentada na razão e na natureza da pessoa humana, encontra o seu sentido mais profundo e a sua comprovação à luz da fé. A tradição judaico-cristã defende incondicionalmente a vida humana. A sapiência3 e o arcabouço moral4 do Povo Eleito, com relação à vida, encontram sua plenitude em Jesus Cristo5. As primeiras comunidades cristãs e a Tradição da Igreja consolidaram esses valores6. O Concílio Vaticano II assim sintetiza a postura cristã, transmitida pela Igreja, ao longo dos séculos, e proclamada ao nosso tempo: “A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis”7.

 

O respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto. O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro. A ninguém pode ser dado o direito de eliminar outra pessoa. A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade. O Papa Francisco afirma que “as mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo

 

1 Cf. CONSTITUIÇÃO FEDERAL, art. 1°, III; 3°, IV e 5°, caput.

2 CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Declaração sobre o aborto provocado, in AAS 66 (1974) 730-747, 12.

3 Sb 1,13: “Deus não fez a morte, nem se alegra com a perdição dos vivos”.

4 Ex 20,13: “Não cometerás homicídio”.

5 Jo 10,10: “Eu vim para que tenham a vida, e a tenham em abundância”.

6 TERTULLIANO, Apologeticum, IX, 8: “É um homicídio antecipado impedir alguém de nascer... É já um homem aquele que o virá a ser”.

7 VATICANO II, Gaudium et spes, n. 51.

Nosso carinho e abraço fraterno....

 

O amor é a força divina que tudo conforta.

 

Hoje o céu amanheceu em festa pois nosso Pai recebeu em seus braços a nossa amada irmã Maria Goretti, aquela que no mundo e entre nós apenas semeou ensinamentos de amor e de profunda fé em Deus.

 

Buscou sempre na arte de amar, fazer com amor o crescimento intelectual e espiritual de tantas crianças, adolescentes, jovens e adultos que o Bom Deus lhes confiou ao aprimoramento intelectual, ético e cidadão, tornando-os sal da terra e luz do mundo fiel à prática libertadora de Jesus Cristo.

 

Hoje o Pai quis acolhê-la em seu lar com um grande abraço de amor!!!

 

A nós ficará a saudade, marca do gesto que sempre nos deixou e demonstrou e eternamente o sentimento de gratidão nutrido pela amizade e amor que uniu-nos a ela, nessa grande família Mattiana.

 

Fica a perda de uma grande religiosa, mestre, mãe, amiga e acima de tudo uma filha muito amada de Deus que com seu testemunho de serva de Deus cumpriu suam missão na terra.

 

E fica em nossa memória alguém muito especial que abraçou com muita competência sua vocação, sua fé, sua vida e sua missão junto a nós no Xingu e na própria na Congregação das Irmãs Adoradoras de Cristo.

 

A Prelazia do Xingu reconhece e agradece o grande serviço e trabalho realizado com dedicação e doação a causa educacional de nossa Região através do Instituto Maria de Mattias e seus respectivos anexos (CIBB e CIEK).

 

Assim nós, povo de Deus do Xingu, queremos unimo-nos em oração junto as Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo e expressar nossos mais sinceros votos e fraternos sentimentos e dizer-lhe contem sempre com nossas orações e apoio hoje e sempre!!!

 

E a todos nós cuja fé está no Senhor da vida, Ele acalentará com sua sabedoria e com o seu amor e dará a toda família religiosa das Adoradoras do Sangue de Cristo e à família de Ir Maria Goretti o bálsamo de alívio para a dor e saudade que bate em seus corações.

 

 

Dom João Muniz Alves, OFM

Bispo da Prelazia do Xingu

E todo o povo de Deus do Xingu

 


DOM FREI JOÃO MUNIZ ALVES

Pais: José Maria Alves e Antonia MunizAlves

Nascimento: 08 de janeiro de 1961 povoado Carema - Santa Rita do Maranhão.

Batismo: 28 de julho de 1962 Carema - Santa Rita.

Postulantado da Ordem dos Frades Menores (OFM): 13 de fevereiro 1984

1ª Profissão Religiosa: 02 de fevereiro de 1986

Profissão Solene: 14 de janeiro de 1991

Ordenação Diaconal: 12 de dezembro de 1992

Ordenação Sacerdotal: 03 de setembro de 1993

Nomeação Episcopal: 23 de dezembro 2015

Ordenação Episcopal: 05 de março de 2016

Posse na Prelazia de Xingu: 03 de abril de 2016


ESTUDOS:

Ensino Fundamental:

- Escola Santa Teresinha em Carema (1ª a 4ª série);

- Ginásio Bandeirante de Santa Rita (5a - 7a série);

- Unidade Integrada de 1º grau Luís Viana _ São Luís - MA (8a série).

Ensino Médio:

- "Eletrotécnica" na Escola Técnica Federal do Piauí.

Ensino Superior:

- Filosofia e Teologia: (ICESP) Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí, Teresina - PI.

- Validação da Filosofia: Licenciatura Plena - UECE.

- Pós-graduação "Lato-sensu": Especialização em Filosofia Contemporânea – PUC/MG;

- Pensamento Franciscano – (ITF) Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis;

- Master Universitário em Bioética e Formação - Pontifício Instituto João Paulo" em Roma (estudante hóspede).

Pós-graduação "Strito-sensu":

Mestrado e Doutorado em Teologia Moral - Academia Alfonsiana em Roma;

Mestrado em Filosofia – Pontifícia Universidade Antonianum em Roma;

 

ATIVIDADES PASTORAIS:

1992:

- Diaconato em Piripiri - PI.

1993 – 1994:

- Vigário Paroquial da Paróquia São José em Lago da Pedra - MA;

1995 a 1998:

- Pároco da Paróquia de São Francisco das Chagas em Bacabal - MA;

1995-2001:

- Definidor provincial;

- Secretário Provincial da Animação Vocacional;

- Mestre e Presidente do Postulantado;

- Assistente do Instituto Secular Pequena Família Franciscana de Bacabal;

- Membro eleito do Conselho Presbiteral da Diocese de Bacabal;

1999-2001 e 2007-2013:

- Vigário Paroquial na Paróquia de São Francisco das Chagas;

2007-2013:

- Ministro Provincial da Província Franciscana de Nossa Senhora da Assunção MA/PI;

2013-2015:

- Membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores da Diocese de Bacabal;

- Diretor espiritual dos candidatos ao Diaconato Permanente da Diocese de Bacabal;

- Guardião da Fraternidade Nossa Senhora da Glória;

- Mestre de estudantes professos temporários;

2013-2015:

- Professor no (lESMA) Instituto de Estudos Superiores do Maranhão;

- Vigário Paroquial da Paróquia N. Sra. da Glória;

- Visitador Geral na Custódia Autônoma Santa Clara de Assis (Moçambique, África - 2014).

DESCRIÇÃO DO BRASÃO

O Brasão Episcopal é utilizado pela Igreja para indicar os traços fortes da espiritualidade e o caráter evangelizador do bispo.

Chapéu prelatício: Do chapéu, pendem dois cordões, cada um com três fileiras de borlas, somando um total de doze borlas, simbolizando Cristo cabeça da Igreja, com seus doze apóstolos dos quais o bispo é sucessor e mantém a Igreja local em comunhão na fé e na caridade com o Papa.

Cruz hastil: Em tonalidade dourada, representa a cruz processional e o convite de Jesus: “se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16,24); aponta para a copiosa riqueza do mistério da cruz e ressurreição do Salvador.

Lema: “Louvado sejas, meu Senhor”: Inspirado no “Cântico das criaturas” de São Francisco de Assis e na Encíclica "Laudato si" do Papa Francisco, ilumina e orienta o caminho missionário do episcopado do novo Pastor. O Cântico das criaturas é expressão de uma vida reconciliada consigo mesmo, com Deus e com o próximo.

ESCUDO: Traçado em quatro campos.

Dois campos amarelos: retratam a luz divina e a riqueza espiritual, a constância e o poder de Deus no mundo.

Dois campos azuis: simbolizam tudo sob a proteção do manto azul de Maria, Mãe de Deus, Senhora Gloriosa e Virgem Imaculada.

À esquerda, no alto: O Sol e a Lua recordam o “Cântico das criaturas” ou “Cântico do irmão sol e irmã lua” de São Francisco de Assis. São símbolos da força e do poder permanente de Deus no mundo. O sol é Símbolo do Cristo Ressuscitado, Ele é Sol nascente que nos veio visitar (Lc 1,89). A Lua é fonte e símbolo da fecundidade, é guia das noites e dos valores noturnos, evoca a luz
nas trevas da noite.

À direita, abaixo: A palmeira do coco babaçu é símbolo de fertilidade, resistência e beleza natural e do Maranhão, sendo chamada de mãe dos pobres (por causa da sua utilidade doméstica); As águas são o tesouro de Deus para a sobrevivência da vida do planeta; lembram a nossa vocação comum através do batismo e os rios da rica hidrografia da grande Amazônia e caminhos de missão e evangelização na região do Xingu.

No alto à direita: A Bíblia é a revelação da verdade divina que ilumina a história humana. O alfa e o ômega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, apontam para o Cristo princípio e fim de todas as coisas (Ap 1,8; 22,13). O TAU: representa a origem franciscana de Dom João Muniz. É o sinal dos eleitos (cf Ez 9,1-7), da certeza e universalidade da salvação, é símbolo de conversão contínua. São Francisco reverenciava com grande afeição este sinal e “com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas” (LM 4, 9; 2,9; 3 CeI3).

À direita, abaixo: O M com a coroa lembram Maria, mãe e rainha dos apóstolos, sempre presente na vida e missão da Igreja. Ela ilumina e inspira as atividades apostólicas, ajuda-nos a compreender a nossa identidade cristã, nossa razão de ser e de apresentar Jesus ao mundo.


 

Nos dias 17 e 18, dom João Muniz Alves  participou da reunião em  Belém/PA o dos bispos da Amazônia com bispos das Igrejas Irmãs que participam do projeto Igrejas Irmãs da CNBB voltado a parceria  e corresponsabilidade no atendimento da Igreja na Amazônia, promovida pelo  Arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, Dom Sérgio da Rocha, e que será feito cardeal no próximo dia 19 de novembro.

A finalidade da reunião é:

Favorecer e animar a comunhão e corresponsabilidade da Igreja do Brasil  com a Igreja que está na Amazônia, pois a evangelização nesta região não se  restringem apenas  aos bispos e às Igrejas locais, mas diz respeito ao conjunto  do Brasil e da América Latina, isto é, responsabilidade de todos;

Discutir a realidade  e os avanços da evangelização da Amazônia e partilhar  experiências e testemunho do trabalho missionário  dessas Igrejas irmãs em parceria com as diversas dioceses e prelazias da Amazônia possibilitando  reavivar  o compromisso missionário,animar ainda mais não só os atuais projetos, mas certamente o despertar de outros projetos missionários o crescimento e amadurecimento da Igreja na Amazônia e no Brasil.

A Prelazia do Xingu nesse projeto tem parceria com a Igrejas irmãs: Arquidiocese de Porto Alegre(RS), Arquidiocese de Mariana(MG), Diocese de Uberlândia(MG) e  Diocese de Ituitaba (MG)

 

De 11 a 18 de setembro, Dom João esteve em Roma, na Itália em um curso de formação para novos Bispos e se encontrou com o Papa Francisco.

Nosso Bispo Dom João Muniz Alves desde o dia 26 até o dia 29 de setembro de 2016 está na cidade de  Santarém para uma visita de acompanhamento aos  5 seminaristas (Orlando de Araujo,  Arilson Lopes Pimentel, Perison Lopes Tenório, Francisco Junior Loureiro Martins,  Elienai Mendes Alvarez) da Prelazia do Xingu  que estão estudando no Seminário Pio X e  2 jovens  aspirantes (Benedita Pinto Conceição e Joice Barbosa Duarte) que estão na Congregação das Adoradoras do Sangue de Cristo.  Na oportunidade participou de celebração eucarística junto com dom Flávio  Giovenale, no dia 26 de setembro de 2016. (por Dóris).

 

Nosso Bispo Dom João Muniz Alves nos dias 19 a 23 de setembro de 2016 visitou a cidade de Assis( Itália), terra de São Francisco e Santa Clara.  Na oportunidade presidiu celebração eucarística junto com dom Evaristo Pascoal Spengler (bispo de Marajó-PA) na Porciúncula na Basília de Santa Maria dos Anjos) e visitou a curia da OFM ( Ordem dos Frades Menores). Por Dóris.

Nosso Bispo Dom João Muniz Alves esteve  nos dias 10 a 18 de setembro de 2016 em visita à cidade de  Roma  participando do Cursos para Novos Bispos . O encontro foi  promovido pela Congregação para os Bispos . Na ocasião participaram 155 bispos, dos quais 17 eram brasileiros.  Entre os brasileiros estavam 2 bispos  do Regional Norte II : Dom Evaristo (Bispo da Diocese de Marajó(PA) e   Dom João Muniz Alves , Bispo da Prelazia do Xingu(PA). Na oportunidade participou de uma audiência com o Santo Padre, Papa Francisco no Vaticano, no dia 16 de setembro de 2016.

Por: Dóris.