DOM FREI JOÃO MUNIZ ALVES

Pais: José Maria Alves e Antonia MunizAlves

Nascimento: 08 de janeiro de 1961 povoado Carema - Santa Rita do Maranhão.

Batismo: 28 de julho de 1962 Carema - Santa Rita.

Postulantado da Ordem dos Frades Menores (OFM): 13 de fevereiro 1984

1ª Profissão Religiosa: 02 de fevereiro de 1986

Profissão Solene: 14 de janeiro de 1991

Ordenação Diaconal: 12 de dezembro de 1992

Ordenação Sacerdotal: 03 de setembro de 1993

Nomeação Episcopal: 23 de dezembro 2015

Ordenação Episcopal: 05 de março de 2016

Posse na Prelazia de Xingu: 03 de abril de 2016


ESTUDOS:

Ensino Fundamental:

- Escola Santa Teresinha em Carema (1ª a 4ª série);

- Ginásio Bandeirante de Santa Rita (5a - 7a série);

- Unidade Integrada de 1º grau Luís Viana _ São Luís - MA (8a série).

Ensino Médio:

- "Eletrotécnica" na Escola Técnica Federal do Piauí.

Ensino Superior:

- Filosofia e Teologia: (ICESP) Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí, Teresina - PI.

- Validação da Filosofia: Licenciatura Plena - UECE.

- Pós-graduação "Lato-sensu": Especialização em Filosofia Contemporânea – PUC/MG;

- Pensamento Franciscano – (ITF) Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis;

- Master Universitário em Bioética e Formação - Pontifício Instituto João Paulo" em Roma (estudante hóspede).

Pós-graduação "Strito-sensu":

Mestrado e Doutorado em Teologia Moral - Academia Alfonsiana em Roma;

Mestrado em Filosofia – Pontifícia Universidade Antonianum em Roma;

 

ATIVIDADES PASTORAIS:

1992:

- Diaconato em Piripiri - PI.

1993 – 1994:

- Vigário Paroquial da Paróquia São José em Lago da Pedra - MA;

1995 a 1998:

- Pároco da Paróquia de São Francisco das Chagas em Bacabal - MA;

1995-2001:

- Definidor provincial;

- Secretário Provincial da Animação Vocacional;

- Mestre e Presidente do Postulantado;

- Assistente do Instituto Secular Pequena Família Franciscana de Bacabal;

- Membro eleito do Conselho Presbiteral da Diocese de Bacabal;

1999-2001 e 2007-2013:

- Vigário Paroquial na Paróquia de São Francisco das Chagas;

2007-2013:

- Ministro Provincial da Província Franciscana de Nossa Senhora da Assunção MA/PI;

2013-2015:

- Membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores da Diocese de Bacabal;

- Diretor espiritual dos candidatos ao Diaconato Permanente da Diocese de Bacabal;

- Guardião da Fraternidade Nossa Senhora da Glória;

- Mestre de estudantes professos temporários;

2013-2015:

- Professor no (lESMA) Instituto de Estudos Superiores do Maranhão;

- Vigário Paroquial da Paróquia N. Sra. da Glória;

- Visitador Geral na Custódia Autônoma Santa Clara de Assis (Moçambique, África - 2014).

DESCRIÇÃO DO BRASÃO

O Brasão Episcopal é utilizado pela Igreja para indicar os traços fortes da espiritualidade e o caráter evangelizador do bispo.

Chapéu prelatício: Do chapéu, pendem dois cordões, cada um com três fileiras de borlas, somando um total de doze borlas, simbolizando Cristo cabeça da Igreja, com seus doze apóstolos dos quais o bispo é sucessor e mantém a Igreja local em comunhão na fé e na caridade com o Papa.

Cruz hastil: Em tonalidade dourada, representa a cruz processional e o convite de Jesus: “se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16,24); aponta para a copiosa riqueza do mistério da cruz e ressurreição do Salvador.

Lema: “Louvado sejas, meu Senhor”: Inspirado no “Cântico das criaturas” de São Francisco de Assis e na Encíclica "Laudato si" do Papa Francisco, ilumina e orienta o caminho missionário do episcopado do novo Pastor. O Cântico das criaturas é expressão de uma vida reconciliada consigo mesmo, com Deus e com o próximo.

ESCUDO: Traçado em quatro campos.

Dois campos amarelos: retratam a luz divina e a riqueza espiritual, a constância e o poder de Deus no mundo.

Dois campos azuis: simbolizam tudo sob a proteção do manto azul de Maria, Mãe de Deus, Senhora Gloriosa e Virgem Imaculada.

À esquerda, no alto: O Sol e a Lua recordam o “Cântico das criaturas” ou “Cântico do irmão sol e irmã lua” de São Francisco de Assis. São símbolos da força e do poder permanente de Deus no mundo. O sol é Símbolo do Cristo Ressuscitado, Ele é Sol nascente que nos veio visitar (Lc 1,89). A Lua é fonte e símbolo da fecundidade, é guia das noites e dos valores noturnos, evoca a luz
nas trevas da noite.

À direita, abaixo: A palmeira do coco babaçu é símbolo de fertilidade, resistência e beleza natural e do Maranhão, sendo chamada de mãe dos pobres (por causa da sua utilidade doméstica); As águas são o tesouro de Deus para a sobrevivência da vida do planeta; lembram a nossa vocação comum através do batismo e os rios da rica hidrografia da grande Amazônia e caminhos de missão e evangelização na região do Xingu.

No alto à direita: A Bíblia é a revelação da verdade divina que ilumina a história humana. O alfa e o ômega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, apontam para o Cristo princípio e fim de todas as coisas (Ap 1,8; 22,13). O TAU: representa a origem franciscana de Dom João Muniz. É o sinal dos eleitos (cf Ez 9,1-7), da certeza e universalidade da salvação, é símbolo de conversão contínua. São Francisco reverenciava com grande afeição este sinal e “com ele selava as cartas e marcava as paredes das pequenas celas” (LM 4, 9; 2,9; 3 CeI3).

À direita, abaixo: O M com a coroa lembram Maria, mãe e rainha dos apóstolos, sempre presente na vida e missão da Igreja. Ela ilumina e inspira as atividades apostólicas, ajuda-nos a compreender a nossa identidade cristã, nossa razão de ser e de apresentar Jesus ao mundo.